sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Amy Winehouse - It's My Party (feat. Quincy Jones)




Achei que ficou perfeita essa versão da Amy pra "It's my party" sempre que escutava essa música no filme "O pestinha" ficava uma semana com o refão dela na minha cabeça!

Bom, achei que a música caiu como um "pretinho básico" pra Amy, em todos os sentidos!
O estilo de música e a letra são a cara da doida Winehouse

domingo, 7 de novembro de 2010

Alice In Chains - Down In A Hole - Unplugged



É bem como estou me sentindo, um pouco de exagero e por esse fato fico cafona, mas a música é muito, FODA!

Pra falar da Ana's song...


Bom, de fato eu preciso de um laxante! Ou melhor, vários laxantes!! Tipo, parece que sem eles a dieta anda a passos lentos...
De fato não estou fazendo bem uma dieta, só quero me sentir leve, e comer pouco ajuda, né? Não tenho bem uma meta de peso a perder.
Bom, assim que possível vou tomar umas cartelinhas de lacto purga pra me livrar no meu bebê mostro! hauahuahua
A partir de amanhã vou para um LF mesmo, sabe como é vc olha pra comida e acaba caindo em tentação! Ai uma boa saída é comer um tiquinho só, uma pitadinha da coisa, melhor ainda é quando vc bota a comida na boca, mastiga e depois cospe, é quase como se tivesse comido! hauahauhau

Masss até que hoje eu ganhei forças extras para continuar o NF de ontem!! Não senti fome, nem nada...
Só muita dor nas costas, tá me matando! E o pulso que eu machuquei tá estalando, massss creio que não seja nada de mais mesmo.
Nú em Azul - Picasso

Bom, hoje eu estive muito puta da vida por motivos familiares.

Desde ontem eu esperava estar com pessoas da minha família, mas a minha vida é fácil e eu nunca sei como é ruim a vida dos outros, então não pude e não puderam fazer isso por mim!
Eu só queria poder aproveitar o pouco tempo que tenho com essas pessoas, algumas moram distantes e eu logo estarei morando mais distante ainda! Bom, fiquei chateado por não poder ir!
Achei injusto porque me prendi para estar com alguém que no Natal não esteve comigo e sim com uma "amiga". Certas coisas deveriam ser águas passadas, mas não são!

É o que todo mundo sabe fazer, me fazer sentir culpa!
Me sinto culpada por ter faltado ao encontro porque minha mãe perguntou "o que eu vou dizer?"
Mas me sentiria mais culpada se não ficasse, já estou me sentindo culpada por estar escrevendo e não me fazendo presente para o "mal do século ambulante", isso sim é saber me fazer sentir culpa!

Mas então fiz um NF e ao menos me sinto leve!


Van Gogh




"Durante sua vida, Vicent Van Gogh não conseguiu vender nenhuma de suas obras de arte." (certamente não haviam percebido como o olhar dele é sexy!)


"No final do ano de 1888, Van Gogh cortou a orelha direita. Alguns biógrafos da vida do artista afirmam que o ato foi uma espécie de vingança contra sua amante Virginie, depois que Van Gogh descobriu que ela estava apaixonada pelo artista Paul Gauguin. De acordo com esta versão, Van Gogh teria enviado a orelha ensanguentada, dentro de um envelope, para a amante."
(dignamente grego! ou melhor ainda... muito parecida com a históra da entidade Obá, se não me engano, que para fazer Xangô se apaixonar por ela cortou a orelha e, literalmente, a serviu no jantar!)

Dica:
http://www.vangoghmuseum.nl/vgm/index.jsp?lang=en


Está em ingles, mas vale a pena tentar dar um vizum no site do museu Van Gogh!
Lá pode ser encontrado a história do museu, suas exposições, os projetos educativos oferecidos, além de dar uma olhada no material que está à venda, o DVD Vincent van Gogh; A life devoted to art, o material não tem legenda em português, mas tem em espanhol, o que já é um adianto!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Para um momento "Open fire" somente Ana's Song (Silverchair)



"And you're my obsession
I love you to the bones
And Ana wrecks your life
Like an Anorexia life
Open fire on the needs designed
On my knees for you"

Especialistas X Ana (parte II)


Entre os estudos psicanalíticos, existe um relativo consenso acerca da anorexia e bulimia- do qual também compartilho - em atribuir estes sintomas a dificuldades nas relações primordiais dessas pessoas, que influenciariam na imagem que elas têm de si mesmas. Entretanto alguns deles consistem numa interpretação psicológica, atribuindo, por exemplo, estas patologias a uma recusa da feminilidade, numa tentativa de manter o corpo infantil. Outros relacionam estas manifestações a uma recusa do corpo estando associado ao sexo, ou, ao “pecado”. Alguns consideram tais manifestações como autodestrutivas, outros ainda, como onipotência, havendo uma recusa da falta, uma recusa da diferença.


Mas, o que escuto das minhas amigas, em determinados aspectos, se contrapõe ao que encontrei na literatura dita especializada sobre o assunto, nas quais as generalizações me causam incômodo, uma inquietação.

Acredito que mais do que julgar ou ridicularizar certos problemas que passamos sozinhas, as pessoas deveriam nos oferecer “olhar” diferenciado sobre nossa problemática, uma outra perspectiva de interpretação.

Especialistas X Ana (parte I)

Muitos estudos na área médico-psicológica geralmente consideram a anorexia numa descrição fenomenológica, sendo associada a uma exagerada preocupação com o corpo, corroborada pelo ideal social do “corpo perfeito”, que preconiza a magreza como padrão de beleza.
Acho meio óbvio que a cultura em que estas pessoas estão inseridas tem influência sobre elas, e que, portanto, relacionada a este ideal do “corpo perfeito” encontra-se a proliferação de inúmeras dietas, regimes, moderadores de apetite, cirurgias estéticas, bem como de academias de ginástica.
Sinceramente não acredito que seja desta maneira, não é uma questão de chegar ao corpo perfeito, isso soa tão fútil, e não me sinto parte da futilidade do nossos tempos. Falo por mim:

 
o que eu busco senhoras e senhores é só gostar de mim, nada mais que isso, eu só quero gostar de mim!

A solidão da Florbela Espanca



Nunca fui como todos
Nunca tive muitos amigos
Nunca fui favorito
Nunca fui o que meus pais queriam
Nunca tive alguém que amasse
Mas tive somente a mim
A minha absoluta verdade
Meu verdadeiro pensamento
O meu conforto nas horas de sofrimento
não vivo sozinho porque gosto
e sim porque aprendi a ser só...